Pais de Madeleine recorrem ao Supremo luso para barrar livro
Lisboa (Portugal) - Os pais da menina britânica Madeleine McCann anunciaram nesta quarta-feira que recorreram ao Supremo Tribunal de Portugal para impedir a venda do livro do ex-policial português Gonçalo Amaral, que relaciona o casal com o desaparecimento de sua filha.
Os advogados de Kate e Gerry McCann, que chegaram a Lisboa nesta quarta-feira, disseram aos jornalistas que o casal insistiu também em pedir a reabertura do caso Madeleine, fechado um ano depois do desaparecimento da menina, em 3 de maio de 2007, em um apartamento de férias no sul de Portugal.
Os McCann esperam que o Superior Tribunal mantenha a proibição de venda do livro Maddie - A Verdade da Mentira, que havia sido anulada por um tribunal de apelação no mês passado.
O livro foi publicado pelo inspetor da Polícia portuguesa que dirigiu a investigação, Gonçalo Amaral, que se aposentou antecipadamente e não conseguiu provar suas suspeitas de que o casal McCann escondia a morte acidental da filha.
O casal de médicos britânicos insistiu nesta quarta-feira em Lisboa que Madeleine pode estar viva, o que torna fundamental a reabertura do seu caso para reativar a busca.
As infomações são da EFE
O Dia
Os advogados de Kate e Gerry McCann, que chegaram a Lisboa nesta quarta-feira, disseram aos jornalistas que o casal insistiu também em pedir a reabertura do caso Madeleine, fechado um ano depois do desaparecimento da menina, em 3 de maio de 2007, em um apartamento de férias no sul de Portugal.
Os McCann esperam que o Superior Tribunal mantenha a proibição de venda do livro Maddie - A Verdade da Mentira, que havia sido anulada por um tribunal de apelação no mês passado.
O livro foi publicado pelo inspetor da Polícia portuguesa que dirigiu a investigação, Gonçalo Amaral, que se aposentou antecipadamente e não conseguiu provar suas suspeitas de que o casal McCann escondia a morte acidental da filha.
O casal de médicos britânicos insistiu nesta quarta-feira em Lisboa que Madeleine pode estar viva, o que torna fundamental a reabertura do seu caso para reativar a busca.
As infomações são da EFE
O Dia