Christiane é ré por suspeita de envolvimento no esquema de compra de ambulâncias por prefeituras com dinheiro de emendas parlamentares, supostamente em troca de pagamento de propina para congressistas. Na época, em 2006, ela era assessora parlamentar do ex-deputado federal João Caldas, também indiciado na operação Sanguessuga.
Como secretária da equipe de transição de Dilma, Christiane teria um salário de R$ 2,6 mil. Segundo a assessoria da transição, nada constava contra a advogada. Christiane afirma ser inocente da suspeita de fraude.
O Dia