Rio - O ministro de Saúde, Alexandre Padilha, visitou na manhã desta sexta-feira o Hemorio (Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti), no Rio de Janeiro, onde doou sangue às vítimas das chuvas na região serrana do Estado. Em sua página na rede de microblogs Twitter, Padilha afirmou que a necessidade por doações "aumenta em tragédias como na região serrana".
"Em tragédias como a do Rio de Janeiro, é fundamental que a vontade de ajudar seja coordenada. No Ministério da Saúde, confiamos no comando da Secretaria Estadual de Saúde do Rio", disse o ministro em outra mensagem.
Ontem, o Hemorio esteve lotado durante todo o dia de voluntários que desejavam doar sangue às vítimas da chuva na região serrana do Rio. A demanda era tão grande que o tempo médio de espera para fazer a doação era de duas horas e 30 minutos.
Alguns doadores estavam inclusive sendo levados de van para hemocentros próximos como o do Instituto Nacional do Câncer, que também apresentava grandes filas. Segundo especialistas, até quarta-feira a expectativa era de que cerca de 300 bolsas de sangue fossem necessárias, mas o número deve aumentar com as vítimas das últimas horas.
Pelo Twitter, a instituição convoca as pessoas a não desanimarem por causa das filas e retornarem nesta sexta-feira e no fim de semana. É possível agendar por telefone o horário da doação. O número do Hemorio é (21) 2332-8611.
O Hemorio funciona das 8 às 18h (inclusive sábados e domingos) na Rua Frei Caneca, 8, no centro do Rio de Janeiro. Para doar é necessário ter entre 18 e 65 anos, mais de 50 kg e estar bem de saúde.
Região Serrana enfrenta a pior catástrofe de sua história
Castigada por um temporal que fez chover em 24 horas mais do que era esperado para todo o mês, a Região Serrana do Rio enfrenta desde a noite de terça-feira a pior catástrofe de sua história e uma das maiores do estado. Com o número de mortos, desabrigados, desalojados, feridos e desaparecidos, a tragédia já superou o registrado em janeiro de 2010 em Angra dos Reis e abril, na capital e Niterói.
Localidades inteiras foram soterradas por lama no município de Teresópolis. No bairro Caleme, uma represa da Cedae transbordou por causa da tromba d’água, provocando o deslizamento de encostas sobre casas e carros. Em Nova Friburgo, três bombeiros que seguiam para resgatar vítimas quando o carro onde estavam foi soterrado por uma avalanche.
Petrópolis também sofreu devastação em diferentes pontos. O Distrito de Itaipava foi o mais atingido. O soterramento de uma casa na localidade Vale do Cuiabá matou 12 pessoas de uma mesma família. Corpos foram recolhidos por moradores e depositados às margens de um rio à espera de resgate.
"Em tragédias como a do Rio de Janeiro, é fundamental que a vontade de ajudar seja coordenada. No Ministério da Saúde, confiamos no comando da Secretaria Estadual de Saúde do Rio", disse o ministro em outra mensagem.
Ontem, o Hemorio esteve lotado durante todo o dia de voluntários que desejavam doar sangue às vítimas da chuva na região serrana do Rio. A demanda era tão grande que o tempo médio de espera para fazer a doação era de duas horas e 30 minutos.
Alguns doadores estavam inclusive sendo levados de van para hemocentros próximos como o do Instituto Nacional do Câncer, que também apresentava grandes filas. Segundo especialistas, até quarta-feira a expectativa era de que cerca de 300 bolsas de sangue fossem necessárias, mas o número deve aumentar com as vítimas das últimas horas.
Pelo Twitter, a instituição convoca as pessoas a não desanimarem por causa das filas e retornarem nesta sexta-feira e no fim de semana. É possível agendar por telefone o horário da doação. O número do Hemorio é (21) 2332-8611.
O Hemorio funciona das 8 às 18h (inclusive sábados e domingos) na Rua Frei Caneca, 8, no centro do Rio de Janeiro. Para doar é necessário ter entre 18 e 65 anos, mais de 50 kg e estar bem de saúde.
Região Serrana enfrenta a pior catástrofe de sua história
Castigada por um temporal que fez chover em 24 horas mais do que era esperado para todo o mês, a Região Serrana do Rio enfrenta desde a noite de terça-feira a pior catástrofe de sua história e uma das maiores do estado. Com o número de mortos, desabrigados, desalojados, feridos e desaparecidos, a tragédia já superou o registrado em janeiro de 2010 em Angra dos Reis e abril, na capital e Niterói.
Localidades inteiras foram soterradas por lama no município de Teresópolis. No bairro Caleme, uma represa da Cedae transbordou por causa da tromba d’água, provocando o deslizamento de encostas sobre casas e carros. Em Nova Friburgo, três bombeiros que seguiam para resgatar vítimas quando o carro onde estavam foi soterrado por uma avalanche.
Petrópolis também sofreu devastação em diferentes pontos. O Distrito de Itaipava foi o mais atingido. O soterramento de uma casa na localidade Vale do Cuiabá matou 12 pessoas de uma mesma família. Corpos foram recolhidos por moradores e depositados às margens de um rio à espera de resgate.