Homem acusado de participar de ataque a helicóptero da Polícia no Morro dos Macacos é preso
Rio - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam buscas na manhã desta quarta-feira pelos bandidos que mataram dois militares - um do Exército e outro da Polícia Militar - durante uma onda de asslaltos promovida nos bairros do Méier e Cachambi, na Zona Norte da cidade, na noite de terça-feira. Um homem foi preso.

Durante a operação, os militares prenderam um homem identificado apenas como Carlos Eduardo da Costa Oliveira, 35 anos, conhecido como Popó ou 2P. De acordo com o tenente-coronel França, ele é apontado como gerente do tráfico de drogas do Morro de São João, no Engenho Novo, e estava foragido no Lins de Vasconcelos desde a ocupação das nove favelas do Estácio e Catumbi para implantação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPPs).
O tenente-coronel França disse ainda que Popó é um dos responsáveis pelo ataque a um helicóptero da PM no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, em outubro de 2009. Na ocasião, dois militares morreram carnonizados com a queda da aeronave.

Dois militares são mortos
O coronel de artilharia do Exército, Alexandre Cardoso Rodrigues, 48 anos, e Diego da Silva Fernandes, 25 anos, soldado lotado na Unidade de Polícia Pacificadora, do Morro São João, Engenho Novo, foram mortos durante um arrastão no Méier.
Segundoe testemunhas, dois homens teriam abordado Diego na esquina da Rua Pache de Faria com 24 de Maio e roubado sua moto. O policial teria reagido e foi baleado pelos assaltantes. Ele chegou a ser socorrido no Hospital Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos.
Depois do ataque ao soldado, os bandidos seguiram na moto roubada e pouco a frente, na Rua Emengarda, aboradaram Alexandre que dirigia um Astra. O militar foi retirado do veículo e, ao descobrirem que se tratavam de um militar do Exército, os criminosos o executaram com mais de 20 tiros.
Onda de violência começou com arrastão
A onda de ataques na Zona Norte começou com uma série de assaltos, que não poupou nem mesmo passageiros de um trem.

Quando o trem chegou à estação seguinte, no Méier, os bandidos saltaram e fugiram sem serem percebidos pelos seguranças da SuperVia.
Já no Cachambi, outro bando promoveu um arrastão em uma área residencial. O ataque começou na Rua Salvador Pires, onde o advogado Leonardo Cavalcante Souza, 30 anos, foi rendido por dois homens que estavam a pé. Os bandidos apontaram as armas apara ele e para sua namorada, que estava no carona e os mandaram entregar todos os pertences, fugindo em seguida com o veículo da vitima.
Mais a frente, na Rua Estevam Silva, os mesmos criminosos com mais dois comparsas atravessaram o carro na rua e roubaram outro automóvel e os pertences de mais oito pessoas. Uma mulher que chegava em casa no momento do ataque teve o seu veículo Ágile levado pelos bandidos. O último ataque do bando foi na Avenida Suburbana, onde roubaram o Celta de uma professora.

Carlos Eduardo é apontado como o chefe do tráfico de drogas no Morro de São João | Foto: Vânia Cunha / Agência O Dia
De acordo com o tenente-coronel Rui França, comandante do batalhão, os agentes vasculham as favelas do complexo do Lins de Vasconcelos após denúncias recebidas de que criminosos das favelas da Cachoeirinha e da Árvore Seca seriam os responsáveis pelos ataques.Durante a operação, os militares prenderam um homem identificado apenas como Carlos Eduardo da Costa Oliveira, 35 anos, conhecido como Popó ou 2P. De acordo com o tenente-coronel França, ele é apontado como gerente do tráfico de drogas do Morro de São João, no Engenho Novo, e estava foragido no Lins de Vasconcelos desde a ocupação das nove favelas do Estácio e Catumbi para implantação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPPs).
O tenente-coronel França disse ainda que Popó é um dos responsáveis pelo ataque a um helicóptero da PM no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, em outubro de 2009. Na ocasião, dois militares morreram carnonizados com a queda da aeronave.

O corpo do coronel Alexandre Cardoso Rodrigues, coberto por um lençol, é guardado por policiais que esperam a chegada da perícia | Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
Popó estava escondido em uma casa na Favela da Árvore Seca. Com ele, a PM encontrou uma mochila com quantidade não informada de maconha e crack. A corporação não confirmou se o bandido tem ligação com os ataques promovidos na noite de terça-feira.Dois militares são mortos
O coronel de artilharia do Exército, Alexandre Cardoso Rodrigues, 48 anos, e Diego da Silva Fernandes, 25 anos, soldado lotado na Unidade de Polícia Pacificadora, do Morro São João, Engenho Novo, foram mortos durante um arrastão no Méier.
Segundoe testemunhas, dois homens teriam abordado Diego na esquina da Rua Pache de Faria com 24 de Maio e roubado sua moto. O policial teria reagido e foi baleado pelos assaltantes. Ele chegou a ser socorrido no Hospital Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos.
Depois do ataque ao soldado, os bandidos seguiram na moto roubada e pouco a frente, na Rua Emengarda, aboradaram Alexandre que dirigia um Astra. O militar foi retirado do veículo e, ao descobrirem que se tratavam de um militar do Exército, os criminosos o executaram com mais de 20 tiros.
Onda de violência começou com arrastão
A onda de ataques na Zona Norte começou com uma série de assaltos, que não poupou nem mesmo passageiros de um trem.

O Astra que pertencia ao Coronel do Exército Alexandre Cardoso Rodrigues foi abandonado na rua | Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
Cerca de 10 pessoas que seguiam num vagão que partiu da Central do Brasil e chegava à estação do Engenho Novo foram atacadas por três bandidos. Logo que as portas se fecharam após o desembarque no terminal, os criminosos sacaram armas e anunciaram o assalto. Enquanto o trem prosseguia viagem, eles ameaçavam os passageiros de morte enquanto recolhiam os pertences da vítimas.Quando o trem chegou à estação seguinte, no Méier, os bandidos saltaram e fugiram sem serem percebidos pelos seguranças da SuperVia.
Já no Cachambi, outro bando promoveu um arrastão em uma área residencial. O ataque começou na Rua Salvador Pires, onde o advogado Leonardo Cavalcante Souza, 30 anos, foi rendido por dois homens que estavam a pé. Os bandidos apontaram as armas apara ele e para sua namorada, que estava no carona e os mandaram entregar todos os pertences, fugindo em seguida com o veículo da vitima.
Mais a frente, na Rua Estevam Silva, os mesmos criminosos com mais dois comparsas atravessaram o carro na rua e roubaram outro automóvel e os pertences de mais oito pessoas. Uma mulher que chegava em casa no momento do ataque teve o seu veículo Ágile levado pelos bandidos. O último ataque do bando foi na Avenida Suburbana, onde roubaram o Celta de uma professora.