Prefeitura exonera delegado procurado pela Operação Guilhotina
Rio - A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) informou na manhã desta sexta-feira que irá exonerar o delegado Carlos Antônio Luiz Oliveira das funções de subsecretário de Operações. Ele é um dos procurados pelos agentes da Polícia Federal durante a Operação Guilhotina, que visa prender policiais civis e militares que estariam envolvidos com o tráfico de drogas, milícias e contravenção, entre outros crimes.
Carlos Oliveira - de acordo com nota divulgada pela Seop à imprensa - estava no cargo há pouco mais de um mês. A Seop afirma ainda que irá acompanhar atentamente as investigações da PF e colaborar com o caso.
O delegado Carlos Oliveira, que é ex-subchefe da Polícia Civil, é considerado foragido da Justiça depois que PFs chegaram nesta manhã com um mandado de prisão à sua casa em Campo Grande, Zona Oeste da cidade, e não o encontraram.
Ação mobiliza 580 homens
A Operação Guilhotina foi deflagrada pela PF na manhã desta sexta-feira, com o apoio de 200 agentes da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) e do Ministério Público Estadual (MPRJ). O objetivo é cumprir 45 mandados de prisão preventiva - sendo 11 contra policiais civis e 21 contra policiais militares -, e 48 mandados de busca e apreensão.
Cerca de 380 homens da PF participam da ação, que ainda investiga a ligação dos policiais com venda de armas e informações e o chamado "espólio de guerra", que é a subtração de produtos de crime encontrados em operações policiais, como ocorrido na recente ocupação do Complexo do Alemão.

A partir daí, duas investigações paralelas foram iniciadas, uma da Corregedoria Geral Unificada da SSP e outra da Superintendência da PF. A troca de informações entre os serviços de inteligência das duas instituições deu origem ao trabalho conjunto desta manhã.
Carlos Oliveira - de acordo com nota divulgada pela Seop à imprensa - estava no cargo há pouco mais de um mês. A Seop afirma ainda que irá acompanhar atentamente as investigações da PF e colaborar com o caso.
O delegado Carlos Oliveira, que é ex-subchefe da Polícia Civil, é considerado foragido da Justiça depois que PFs chegaram nesta manhã com um mandado de prisão à sua casa em Campo Grande, Zona Oeste da cidade, e não o encontraram.
Ação mobiliza 580 homens
A Operação Guilhotina foi deflagrada pela PF na manhã desta sexta-feira, com o apoio de 200 agentes da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) e do Ministério Público Estadual (MPRJ). O objetivo é cumprir 45 mandados de prisão preventiva - sendo 11 contra policiais civis e 21 contra policiais militares -, e 48 mandados de busca e apreensão.
Cerca de 380 homens da PF participam da ação, que ainda investiga a ligação dos policiais com venda de armas e informações e o chamado "espólio de guerra", que é a subtração de produtos de crime encontrados em operações policiais, como ocorrido na recente ocupação do Complexo do Alemão.

Agentes da PF fizeram buscas na 22ª DP (Penha) | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
As investigações iniciaram a partir de vazamento de informações numa operação conduzida pela PF em 2009, que tinha como principal objetivo prender o traficante Rupinol, que atuava na Favela da Rocinha junto Nem, apontado como o chefe do tráfico na comunidade. De acordo com a Polícia, um grupo de policiais é suspeito de receber até R$ 100 mil por mês para proteger Nem e o avisar sobre operações no local.A partir daí, duas investigações paralelas foram iniciadas, uma da Corregedoria Geral Unificada da SSP e outra da Superintendência da PF. A troca de informações entre os serviços de inteligência das duas instituições deu origem ao trabalho conjunto desta manhã.