Rio - Após receber uma denúncia de maus tratos a um funcionário de ferro-velho na Região dos Lagos praticada dentro da 10ª DP (Botafogo), a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) entrou em contato com a vítima para ouvi-la e acompanhar os procedimentos legais. O presidente da comissão, deputado Marcelo Freixo (PSol), disse que a comissão esteve no corpo delito e que já entrou em contato com a chefia da Polícia Civil.
“Tomamos as devidas providências, pedimos uma investigação profunda sobre o caso e já tivemos um retorno da
chefia nos garantindo celeridade na apuração”, disse Freixo, acrescentando que a denúncia trata de um suposto crime de tortura praticado por cinco policiais para arrancar informações do funcionário do ferro-velho", disse Freixo.
Investigação
O Corregedor Chefe da Polícia Civil do Rio, delegado Gilson Emiliano, afirmou na tarde desta quinta-feira, na presença da chefe de Polícia Civil Martha Rocha, que investiga o envolvimento de cinco policiais da 10ª DP (Botafogo) pela tortura de um funcionário de um ferro-velho na Região dos Lagos, ocorrido no último dia 25.
Eles teriam cometido o crime na sede da unidade, quando pressionavam a vítima a identificar dois homens como fornecedores de peças de carros roubados para o ferro-velho em que trabalha.

A vítima afirma o envolvimento de três policiais na agressão e de mais três em omissão, pois nada fizeram para evitar o crime. Apenas cinco dos suspeitos foram identificados pelo homem. Um dos agentes não estava de plantão na delegacia no dia do crime e foi chamado para depor para verificar o seu possível envolvimento na tortura.
A chefe de Polícia Martha Rocha afirma que, toda vez em que houver esse tipo de comportamento de policiais civis, ela recomendará que se trabalhe com eficiência.
“Quero deixar muito claro a nossa transparência e comprometimento. A ida da vítima à corregedoria foi muito importante, vemos que a população confia e acredita na Polícia Civil. Queremos fazer um trabalho eficiente, rápido e transparente”, finalizou.
Os cinco policiais depuseram na Corregedoria.Caso seja comprovado o envolvimento dos agentes no crime, eles serão indiciados por tortura e serão exonerados da instituição.
“Tomamos as devidas providências, pedimos uma investigação profunda sobre o caso e já tivemos um retorno da
chefia nos garantindo celeridade na apuração”, disse Freixo, acrescentando que a denúncia trata de um suposto crime de tortura praticado por cinco policiais para arrancar informações do funcionário do ferro-velho", disse Freixo.
Investigação
O Corregedor Chefe da Polícia Civil do Rio, delegado Gilson Emiliano, afirmou na tarde desta quinta-feira, na presença da chefe de Polícia Civil Martha Rocha, que investiga o envolvimento de cinco policiais da 10ª DP (Botafogo) pela tortura de um funcionário de um ferro-velho na Região dos Lagos, ocorrido no último dia 25.
Eles teriam cometido o crime na sede da unidade, quando pressionavam a vítima a identificar dois homens como fornecedores de peças de carros roubados para o ferro-velho em que trabalha.

Martha Rocha, ao lado do delegado Gilson Emiliano: A Polícia Civil trabalhará com transparência e comprometimento no caso | Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia
Segundo o corregedor Gilson Emiliano, após a denúncia do homem feita na própria corregedoria, foi solicitado o exame de corpo de delito, onde foram encontrados machucados nos órgãos sexuais e uma lesão na mão. Na 10ª DP, foram apreendidos três alicates e enviados ao Instituto Médico Legal (IML) para verificar se havia partes orgânicas nos instrumentos.A vítima afirma o envolvimento de três policiais na agressão e de mais três em omissão, pois nada fizeram para evitar o crime. Apenas cinco dos suspeitos foram identificados pelo homem. Um dos agentes não estava de plantão na delegacia no dia do crime e foi chamado para depor para verificar o seu possível envolvimento na tortura.
A chefe de Polícia Martha Rocha afirma que, toda vez em que houver esse tipo de comportamento de policiais civis, ela recomendará que se trabalhe com eficiência.
“Quero deixar muito claro a nossa transparência e comprometimento. A ida da vítima à corregedoria foi muito importante, vemos que a população confia e acredita na Polícia Civil. Queremos fazer um trabalho eficiente, rápido e transparente”, finalizou.
Os cinco policiais depuseram na Corregedoria.Caso seja comprovado o envolvimento dos agentes no crime, eles serão indiciados por tortura e serão exonerados da instituição.