Delegado da DH pede prisão preventiva de dupla suspeita de vender arma
POR MARCO ANTONIO CANOSA
Rio - O delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Felipe Ettore, pediu, no final da noite desta sexta-feira, a prisão preventiva dos dois homens acusados de terem vendido o revólver calibre 32 usado pelo psicopata Welington de Oliveira para matar 12 adolescentes na escola Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio, na manhã da última quinta-feira.
O chaveiro Charleston de Souza Santos, de 39 anos, e o segurança Isaías da Silva foram presos por agentes do Serviço Reservado (P-2) do 21º BPM (São João de Meriti), em Sepetiba. A arma teria sido adquirida por R$ 260 de um terceiro homem, que ainda não foi identificado, e cada um dos acusados ganhou R$ 30 pela intermediação.
O segurança, encontrado pela equipe da Coordenadoria de Inteligência da PM e pelo 3º Comando de Policiamento de Área (CPA), tem três passagens pela polícia: em 1990, por uso do documento falso; 2006 por ameaça e, no ano passado, por porte de droga para uso próprio.
O chaveiro contou que prestou serviço para Wellington, que lhe perguntou sobre venda de arma. Ele, então, indicou o segurança, que já foi investigado por envolvimento com milícias.
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| A DOR DOS PAIS | |
| Moradores e responsáveis se aglomeram na porta da escola por notícias de crianças após tragédia |
O segurança, encontrado pela equipe da Coordenadoria de Inteligência da PM e pelo 3º Comando de Policiamento de Área (CPA), tem três passagens pela polícia: em 1990, por uso do documento falso; 2006 por ameaça e, no ano passado, por porte de droga para uso próprio.
O chaveiro contou que prestou serviço para Wellington, que lhe perguntou sobre venda de arma. Ele, então, indicou o segurança, que já foi investigado por envolvimento com milícias.







