Segundo a polícia, das 590 cápsulas encontradas, 230 são de fuzil
Rio - Cápsulas de fuzil cujo poder letal é maior que outros tipos de bala para a mesma arma foram apreendidas, quinta-feira, na Pajero blindada do sargento da PM e diretor de Carnaval da Portela, Marcos Vieira de Souza, o Falcon. O policial foi preso pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).
Das 590 cápsulas encontradas, 230 são de fuzil. “Algumas têm a ponta revestida de material que aumenta o poder perfurante. Elas são mais letais que de outros tipos”, explicou o delegado titular da Draco, Alexandre Capote.
O material apreendido, que inclui ainda armas, dinheiro, um silenciador, entre outros, estava dentro do carro do PM, na porta da Draco. Ele havia levado à especializada o foragido Paulo Ferreira Júnior, o Paulinho do Gás, acusado de integrar milícia que seria chefiada pelo vereador Luiz André Ferreira da Silva, o Deco, preso pela Draco na quarta-feira. Entre 2007 e 2008, Paulinho foi lotado como assessor no gabinete de Deco.
Três homens que seriam seguranças de Falcon e que estavam com ele na Draco também foram presos. Todos responderão por porte ilegal de armas e de munição de uso restrito e formação de quadrilha. A polícia investiga se o grupo de Falcon tem ligação com o de Deco.
Em depoimento, Falcon disse que o armamento pertence Paulinho e contou que iria entregar o material após apresentá-lo. O PM explicou que conhecia Paulinho apenas de vista, mas que o levou à delegacia a pedido da família do acusado. O sargento disse que eles se encontraram na Rua Cândido Benício, na Praça Seca, e foram à Draco.
Sobre os R$ 33 mil apreendidos na Pajero, avaliada em mais de R$ 100 mil, Falcon alegou que é fruto de um empréstimo consignado de R$ 43 mil para pagar prestações do carro que estão atrasadas. Segundo Capote, ele já responde a procedimentos sobre homicídio e formação de quadrilha.
Vazamento de registro sob investigação
No carro, foi apreeendido ainda registro de ocorrência da Divisão de Homicídios sobre uma morte em Madureira. No documento, Falcon é citado como segurança da área onde ocorreu o crime. A polícia vai apurar quem vazou o registro.
À Draco, Paulinho contou que o arsenal foi jogado pelo muro de sua casa e que só soube serem armas após avisado por crianças sobre o material. Já os supostos seguranças disseram que trabalham na Portela e que se encontraram com Falcon na Cidade do Samba para pegar carona até Madureira.
Das 590 cápsulas encontradas, 230 são de fuzil. “Algumas têm a ponta revestida de material que aumenta o poder perfurante. Elas são mais letais que de outros tipos”, explicou o delegado titular da Draco, Alexandre Capote.
O material apreendido, que inclui ainda armas, dinheiro, um silenciador, entre outros, estava dentro do carro do PM, na porta da Draco. Ele havia levado à especializada o foragido Paulo Ferreira Júnior, o Paulinho do Gás, acusado de integrar milícia que seria chefiada pelo vereador Luiz André Ferreira da Silva, o Deco, preso pela Draco na quarta-feira. Entre 2007 e 2008, Paulinho foi lotado como assessor no gabinete de Deco.
Três homens que seriam seguranças de Falcon e que estavam com ele na Draco também foram presos. Todos responderão por porte ilegal de armas e de munição de uso restrito e formação de quadrilha. A polícia investiga se o grupo de Falcon tem ligação com o de Deco.
Em depoimento, Falcon disse que o armamento pertence Paulinho e contou que iria entregar o material após apresentá-lo. O PM explicou que conhecia Paulinho apenas de vista, mas que o levou à delegacia a pedido da família do acusado. O sargento disse que eles se encontraram na Rua Cândido Benício, na Praça Seca, e foram à Draco.
Sobre os R$ 33 mil apreendidos na Pajero, avaliada em mais de R$ 100 mil, Falcon alegou que é fruto de um empréstimo consignado de R$ 43 mil para pagar prestações do carro que estão atrasadas. Segundo Capote, ele já responde a procedimentos sobre homicídio e formação de quadrilha.
Vazamento de registro sob investigação
No carro, foi apreeendido ainda registro de ocorrência da Divisão de Homicídios sobre uma morte em Madureira. No documento, Falcon é citado como segurança da área onde ocorreu o crime. A polícia vai apurar quem vazou o registro.
À Draco, Paulinho contou que o arsenal foi jogado pelo muro de sua casa e que só soube serem armas após avisado por crianças sobre o material. Já os supostos seguranças disseram que trabalham na Portela e que se encontraram com Falcon na Cidade do Samba para pegar carona até Madureira.