A supervisora pedagócica do Colégio São Bento foi intimada a depor pela Polícia Civil
POR FELIPE FREIRE
Rio - A mãe do menino de seis anos agredido por um adolescente de 14 anos no Colégio São Bento, no Centro, na última quinta-feira, afirmou que prentende insistir para que o rapaz agressor seja responsabilizado criminalmente pela atitude. O garoto agredido está em casa com o pai, que também é advogado, e está sendo assistido por psicólogos. A supervisora pedagócica da instituição foi intimada a depor.

A violência aconteceu dentro da instituição de ensino e a vítima teve luxações na lateral da cabeça e um corte na testa. Segundo testemunhas, a agressão durou vários minutos. Na ocasião, outros adolescentes seguraram os alunos mais novos, para que não buscassem ajuda. A criança, que chegou a desmaiar, só conseguiu ser socorrida após recobrar os sentidos e buscar ajuda.
Uma reunião que contou com 120 responsáveis não chegou a qualquer conclusão sobre a punição para o agressor e seus cúmplices, que nem sequer foram suspensos. O caso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Segundo a delegada titular, Valéria de Aragão Sádio, o menor agressor será intimado a depor nesta terça-feira.
Também foi aberto um Auto de Investigação de Ato Infracional (Aiai), que após concluído, será enviado para a Vara de Infância e Juventude, que vai determinar a punição para o menor agressor, que pode cumprir medidas socioeducativas.

Carro da Polícia Civil na entrada do tradicional Colégio São Bento | Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia
Em nota, o colégio se limitou a repudiar o ato e a disse que vai tratar o caso dentro das "medidas educacionais". Além disso, a agressão é tratada como um "acidente". "Eu fiquei indignada com a nota, vou até o fim", disse a mulher, que é advogada, nesta terça-feira.A violência aconteceu dentro da instituição de ensino e a vítima teve luxações na lateral da cabeça e um corte na testa. Segundo testemunhas, a agressão durou vários minutos. Na ocasião, outros adolescentes seguraram os alunos mais novos, para que não buscassem ajuda. A criança, que chegou a desmaiar, só conseguiu ser socorrida após recobrar os sentidos e buscar ajuda.
Uma reunião que contou com 120 responsáveis não chegou a qualquer conclusão sobre a punição para o agressor e seus cúmplices, que nem sequer foram suspensos. O caso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Segundo a delegada titular, Valéria de Aragão Sádio, o menor agressor será intimado a depor nesta terça-feira.
Também foi aberto um Auto de Investigação de Ato Infracional (Aiai), que após concluído, será enviado para a Vara de Infância e Juventude, que vai determinar a punição para o menor agressor, que pode cumprir medidas socioeducativas.