Direção do Centro de Referência de Educação Inclusiva promete trabalhar para melhorar qualidade de atendimento
Rio - O Centro de Referência de Educação Inclusiva (Crei), que funciona no prédio da Apae em Seropédica, começa suas atividades com muitas mudanças no segundo semestre de 2011. A nova administração tem agora uma diretora-geral, a professora Francelina Felipe, uma coordenadora escolar, Elen Nunes Franklim de Vasconcelos, além de toda estrutura pedagógica-educacional com os demais funcionários de apoio, com administração da prefeitura local, através da Secretaria de Educação.
Trabalho em conjunto
A instituição tem agora uma nova proposta, visando melhorar a qualidade de atendimento e de assistência, tanto para os alunos especiais como para os pais, com a responsabilidade de levar o melhor trabalho e serviço para todos eles.
“Nossa maior preocupação nesse momento é a realização do trabalho em conjunto: a equipe da saúde e a equipe da educação trabalhando juntas, no mesmo propósito de levar qualidade de vida biopsicosocial para cada indivíduo que faça parte dessa instituição”, disse Elen, para depois concluir:
“Esse é um trabalho interdisciplinar, usando os psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, trabalhando junto com a educação, para que o desenvolvimento da criança possa estar sendo estimulado”, informou.
O prédio onde antes só funcionava a Apae passou por uma série de mudanças, visando melhorar a acessibilidade e o bem estar dos alunos, dos professores, dos funcionários e dos pais.
Trabalho em conjunto
A instituição tem agora uma nova proposta, visando melhorar a qualidade de atendimento e de assistência, tanto para os alunos especiais como para os pais, com a responsabilidade de levar o melhor trabalho e serviço para todos eles.
“Nossa maior preocupação nesse momento é a realização do trabalho em conjunto: a equipe da saúde e a equipe da educação trabalhando juntas, no mesmo propósito de levar qualidade de vida biopsicosocial para cada indivíduo que faça parte dessa instituição”, disse Elen, para depois concluir:
“Esse é um trabalho interdisciplinar, usando os psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, trabalhando junto com a educação, para que o desenvolvimento da criança possa estar sendo estimulado”, informou.
O prédio onde antes só funcionava a Apae passou por uma série de mudanças, visando melhorar a acessibilidade e o bem estar dos alunos, dos professores, dos funcionários e dos pais.