De acordo com a Polícia Federal do Paraná, Iane Cardoso continuará fazendo parte da equipe de investigação, mas haverá um “reforço” com a criação de uma força-tarefa coordenada pela delegada Camila Cecconello.
O motivo oficial da substituição é por questão de recursos. Segundo a assessoria, “a divisional de homicídios tem mais recursos e experiência para essa situação”.
No entanto, a primeira entrevista de Iane gerou incômodo entre petistas por ela ter dito que o assassino era “vítima”. Além disso, foram localizadas em suas redes sociais manifestações contra o PT.