MP recebe inquérito que indicia ex-chefe da Polícia Civil
Governador Sérgio Cabral se nega a falar sobre as polêmicas envolvendo Allan Turnowski
Rio - O Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) recebeu na manhã desta sexta-feira o inquérito da Polícia Federal que indicia o ex-chefe da Polícia Civil, Allan Turnowski, por violação de sigilo funcional. Ele é acusado de ter vazado informações ao inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre a Operação Guilhotina, desencadeada pela PF, que já prendeu 40 pessoas.
Também nesta manhã, o governador Sérgio Cabral não quis comentar o assunto durante a cerimônia de passagem de comando da área de pacificação do Complexo do Alemão, na Zona Norte da cidade. Ele se negou a responder qualquer pergunta a respeito da crise na Polícia Civil, que culminou com a saída de Turnowski do cargo. “Não vou falar sobre isso”, encerrou.
O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, também se negou a falar sobre o indicamento de Turnowski. “Sou temerário a fazer algum comentário sobre isso”, disse.
Questionado se daria informações à PF sobre o caso, Beltrame afirmou que está disposto a colaborar . “Não tenho nenhum problema em ser ouvido. Se eu precisar ser ouvido estou à disposição. Isso é uma coisa normal”, completou.
Caso seja condenado, Turnowski pode pegar de dois a seis anos de prisão.
Indiciamento na PF
Ao chegar para depor, nesta quinta, na Polícia Federal (PF), Allan Turnowski soube que estava indiciado no artigo 325 do Código Penal — violação de sigilo funcional. A pena pelo crime varia entre dois e seis anos de prisão. Foi o próprio delegado quem deu a informação sobre sua situação, após prestar depoimento, durante uma hora e meia, na sede da Superintendência da PF, no inquérito que desencadeou a Operação Guilhotina, que prendeu 40 pessoas.
Turnowski é acusado de ter vazado informações ao inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre ação da PF. Durante depoimento ao delegado Allan Dias Simões, o ex-chefe de Polícia disse que chegou a ligar para o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, questionando se havia sido informado da operação.
Também nesta manhã, o governador Sérgio Cabral não quis comentar o assunto durante a cerimônia de passagem de comando da área de pacificação do Complexo do Alemão, na Zona Norte da cidade. Ele se negou a responder qualquer pergunta a respeito da crise na Polícia Civil, que culminou com a saída de Turnowski do cargo. “Não vou falar sobre isso”, encerrou.

O delegado Allan Turnowski na saída da sede da Polícia Federal, nesta quinta-feira | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia
Questionado se daria informações à PF sobre o caso, Beltrame afirmou que está disposto a colaborar . “Não tenho nenhum problema em ser ouvido. Se eu precisar ser ouvido estou à disposição. Isso é uma coisa normal”, completou.
Caso seja condenado, Turnowski pode pegar de dois a seis anos de prisão.
Indiciamento na PF
Ao chegar para depor, nesta quinta, na Polícia Federal (PF), Allan Turnowski soube que estava indiciado no artigo 325 do Código Penal — violação de sigilo funcional. A pena pelo crime varia entre dois e seis anos de prisão. Foi o próprio delegado quem deu a informação sobre sua situação, após prestar depoimento, durante uma hora e meia, na sede da Superintendência da PF, no inquérito que desencadeou a Operação Guilhotina, que prendeu 40 pessoas.
Turnowski é acusado de ter vazado informações ao inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre ação da PF. Durante depoimento ao delegado Allan Dias Simões, o ex-chefe de Polícia disse que chegou a ligar para o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, questionando se havia sido informado da operação.