Homem é morto por traficantes logo após manifestação
POR ISABEL BOECHAT
Rio - Terminou em violência e pânico passeata pela paz que reuniu, ontem, mais de 2 mil pessoas na Vila Kennedy, na Zona Oeste. O ato foi em memória de Marlysson Ribeiro Pereira, 12 anos, morto domingo por uma bala perdida quando dormia em casa. Ontem, Leonardo Machado Ramos, 27, foi assassinado na favela por traficantes em frente a um Ciep, por volta de 15h.
Chocados com a ação dos criminosos, alunos e professores entraram em desespero. Houve correria. Leonardo foi socorrido para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu.
Segundo a PM, a vítima tinha duas passagens por roubo de veículos e estaria devendo dinheiro para traficantes. “O crime foi distante de onde ocorreu a manifestação. Em linha reta, cerca de um quilômetro. Esse é o tipo de crime que pode ocorrer em qualquer lugar, a qualquer hora”, afirmou o coronel Aristeu Leonardo, chefe do 2º Comando de Policiamento de Área.
Mais cedo, por volta das 10h, os manifestantes se concentraram em frente à casa da copeira Ana Cristina Ribeiro, mãe de Marlysson, de onde partiram em caminhada.
ATO PACÍFICO
“Nos surpreendemos com o número de pessoas, de associações, igrejas e escolas. Fizemos uma manifestação pacífica, organizada. O Centro Comunitário estará sempre aberto para os moradores”, lamentou Jorge Melo, líder comunitário da Vila Kennedy.
A luta pelo controle de bocas de fumo na comunidade já dura um mês e é resultado de cisão do Comando Vermelho (CV). Parte da facção se aliou ao grupo do traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, do Terceiro Comando Puro, para resistir à entrada de outros traficantes do CV.
Protesto fecha pista da Avenida Brasil
Por volta das 19h30 de ontem,moradores revoltados com os seguidos episódios de violência fecharam uma pista da Avenida Brasil, sentido Centro, para protestar. O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foi acionado e, com apoio de homens do 14º BPM (Bangu) que ocupam a Vila Kennedy, conseguiram liberar a pista cerca de meia hora depois. Ninguém ficou ferido.
A Vila Kennedy segue ocupada por tempo indeterminado. “No que diz respeito à PM, nossos homens continuam na comunidade impedindo que essa tentativa de invasão se concretize”, explicou Aristeu Leonardo.
Chocados com a ação dos criminosos, alunos e professores entraram em desespero. Houve correria. Leonardo foi socorrido para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu.
Segundo a PM, a vítima tinha duas passagens por roubo de veículos e estaria devendo dinheiro para traficantes. “O crime foi distante de onde ocorreu a manifestação. Em linha reta, cerca de um quilômetro. Esse é o tipo de crime que pode ocorrer em qualquer lugar, a qualquer hora”, afirmou o coronel Aristeu Leonardo, chefe do 2º Comando de Policiamento de Área.
Mais cedo, por volta das 10h, os manifestantes se concentraram em frente à casa da copeira Ana Cristina Ribeiro, mãe de Marlysson, de onde partiram em caminhada.
ATO PACÍFICO
“Nos surpreendemos com o número de pessoas, de associações, igrejas e escolas. Fizemos uma manifestação pacífica, organizada. O Centro Comunitário estará sempre aberto para os moradores”, lamentou Jorge Melo, líder comunitário da Vila Kennedy.
A luta pelo controle de bocas de fumo na comunidade já dura um mês e é resultado de cisão do Comando Vermelho (CV). Parte da facção se aliou ao grupo do traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, do Terceiro Comando Puro, para resistir à entrada de outros traficantes do CV.
Protesto fecha pista da Avenida Brasil
Por volta das 19h30 de ontem,moradores revoltados com os seguidos episódios de violência fecharam uma pista da Avenida Brasil, sentido Centro, para protestar. O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foi acionado e, com apoio de homens do 14º BPM (Bangu) que ocupam a Vila Kennedy, conseguiram liberar a pista cerca de meia hora depois. Ninguém ficou ferido.
A Vila Kennedy segue ocupada por tempo indeterminado. “No que diz respeito à PM, nossos homens continuam na comunidade impedindo que essa tentativa de invasão se concretize”, explicou Aristeu Leonardo.
Colaborou Flávio Araújo