POR ALYSSON CARDINALI
Curitiba - Uma imensa torcida, bem feliz, pode hoje, finalmente, voltar a soltar o grito de campeão na elite do futebol brasileiro. Um grito que estava preso na garganta há oito anos, desde o Carioca de 2003 (houve, ainda, a Série B do Brasileiro, em 2009). Um grito emocionado com o feito do Vasco, que, guerreiro, suportou a pressão adversária, e mesmo derrotado pelo Coritiba (3 a 2), ontem, no Couto Pereira, fez jus à tradição de erguer taças fora de casa. Beneficiado pela vitória no Rio (1 a 0), conquistou sua primeira Copa do Brasil e garantiu, também, a volta à Copa Libertadores, de ótimas recordações para os cruzmaltinos (campeões em 1998).

>>> FOTOGALERIA: Veja imagens do jogo que garantiu o título
Em um jogo nervoso, no qual a transpiração falou mais alto que a inspiração, o Vasco, na garra, foi à frente e saiu na frente, aos 11. Após passe de Diego Souza, Eder Luis foi à linha de fundo e tocou para Alecsandro, na entrada da pequena área, empurrar a bola para a rede. Vasco 1 a 0.
O gol desnorteou um já nervoso Coritiba. Curiosamente, porém, o Vasco, com a vantagem, passou a se defender. O castigo veio aos 29, em uma falha da defesa cruzmaltina. Davi cruzou da esquerda,Fernando Prass não saiu e Dedé permitiu que Bill, de cabeça, na segunda trave, mandasse, de cabeça, a bola para a rede: 1 a 1. Embalado, o Coritiba, mesmo sem ser brilhante, mas diante de um adversário acomodado com o empate, fez 2 a 1, aos 44, com Davi, após defesa de Prass em chute de Rafinha.
Precisando de apenas mais um gol para ser campeão, o Coritiba partiu para cima no segundo tempo, que não foi diferente do primeiro, com muita garra de ambas as equipes. A violência também entrou em campo, com jogadas ríspidas entre os jogadores. Em meio a isso, o Vasco, em falha do goleiro Édson Bastos, empatou, com Eder Luis, aos 12.
O Coritiba respondeu aos 21, e, em um golaço de William, de fora da área, fez 3 a 2 e incendiou o jogo. Mesmo nervosos, os jogadores não desistiram de lutar. Os do Coritiba pressionaram, mas os vascaínos souberam conter as investidas do adversário. Melhor para a feliz torcida do Vasco, que, após o jogo, avisou: “O campeão voltou”.

Foto: Foto Arena
Em sua segunda final de Copa do Brasil, o Vasco não estava disposto a reviver a frustração de 2006, quando deixou o título escapar para o Flamengo. Já o Coritiba, que precisava vencer por dois gols, partiu ao ataque. E quase abriu o placar aos 8 minutos, em cobrança de falta de Jonas, que Fernando Prass se esticou para defender — a bola ainda bateu na trave.>>> FOTOGALERIA: Veja imagens do jogo que garantiu o título
Em um jogo nervoso, no qual a transpiração falou mais alto que a inspiração, o Vasco, na garra, foi à frente e saiu na frente, aos 11. Após passe de Diego Souza, Eder Luis foi à linha de fundo e tocou para Alecsandro, na entrada da pequena área, empurrar a bola para a rede. Vasco 1 a 0.
O gol desnorteou um já nervoso Coritiba. Curiosamente, porém, o Vasco, com a vantagem, passou a se defender. O castigo veio aos 29, em uma falha da defesa cruzmaltina. Davi cruzou da esquerda,Fernando Prass não saiu e Dedé permitiu que Bill, de cabeça, na segunda trave, mandasse, de cabeça, a bola para a rede: 1 a 1. Embalado, o Coritiba, mesmo sem ser brilhante, mas diante de um adversário acomodado com o empate, fez 2 a 1, aos 44, com Davi, após defesa de Prass em chute de Rafinha.
Precisando de apenas mais um gol para ser campeão, o Coritiba partiu para cima no segundo tempo, que não foi diferente do primeiro, com muita garra de ambas as equipes. A violência também entrou em campo, com jogadas ríspidas entre os jogadores. Em meio a isso, o Vasco, em falha do goleiro Édson Bastos, empatou, com Eder Luis, aos 12.
O Coritiba respondeu aos 21, e, em um golaço de William, de fora da área, fez 3 a 2 e incendiou o jogo. Mesmo nervosos, os jogadores não desistiram de lutar. Os do Coritiba pressionaram, mas os vascaínos souberam conter as investidas do adversário. Melhor para a feliz torcida do Vasco, que, após o jogo, avisou: “O campeão voltou”.
