Previsão é de que temperatura caia até 9 graus ao longo da semana. Umidade e ventos fazem cidade gelar ainda mais
Rio - Ontem foi a tarde mais fria do ano, com temperatura mínima de 18,6 graus em Realengo. A nova marca bateu o recorde de 27 de junho, quando foram registrados 20,5 graus no mesmo lugar. De madrugada, o frio chegou a 12,4 no Alto da Boa Vista e, ao longo da semana, os termômetros podem atingir 9 graus. O sol só volta na sexta-feira, segundo institutos de meteorologia.

Especialistas explicam que a sensação térmica no Rio costuma ser ainda mais baixa do que os valores registrados por ação dos ventos oceânicos, umidade e pela geografia montanhosa. Ventos moderados, de até 30 km/h, fazem 12 graus parecerem 4.
A frente fria trazida por ciclone extratropical fez as ondas do litoral do Rio alcançarem 3 metros e os cariocas se protegerem. De manhã cedo, o repositor de mercado Thiago André da Silva Garcia, 25 anos, cruzou o hall da Gare da Central do Brasil encolhido, apesar de dois casacos, luvas e gorros.
‘AQUECIMENTO’ NA CENTRAL
Na saída do metrô da Central, a venda de chocolate quente e cafezinho aquecia os pedestres e também o bolso da vendedora Alessandra Santiago, de 30 anos. A expectativa dela era de faturar R$ 100 com copinhos de 80 ml vendidos a R$ 0,60 e de 150 ml, a R$ 1. A família vive da venda de bebidas quentes há 15 anos, quando a avó dela se instalou no local.

Especialistas explicam que a sensação térmica no Rio costuma ser ainda mais baixa do que os valores registrados por ação dos ventos oceânicos, umidade e pela geografia montanhosa. Ventos moderados, de até 30 km/h, fazem 12 graus parecerem 4.
A frente fria trazida por ciclone extratropical fez as ondas do litoral do Rio alcançarem 3 metros e os cariocas se protegerem. De manhã cedo, o repositor de mercado Thiago André da Silva Garcia, 25 anos, cruzou o hall da Gare da Central do Brasil encolhido, apesar de dois casacos, luvas e gorros.
‘AQUECIMENTO’ NA CENTRAL
Na saída do metrô da Central, a venda de chocolate quente e cafezinho aquecia os pedestres e também o bolso da vendedora Alessandra Santiago, de 30 anos. A expectativa dela era de faturar R$ 100 com copinhos de 80 ml vendidos a R$ 0,60 e de 150 ml, a R$ 1. A família vive da venda de bebidas quentes há 15 anos, quando a avó dela se instalou no local.